terça-feira, 22 de julho de 2008

Depressão, a doença da alma - Pb. José Roberto

By Editor Julho 22, 2008

DEPRESSÃO, A DOENÇA DA ALMA
Texto Áureo: Sl. 42.5 – Leitura Bíblica em Classe: I Rs.
19.1-8Pb. José Robertohttp://subsidioebd.blogspot.com/

Objetivo: Mostrar que a depressão tem sido um dos males do século e que precisa ser abordada sabiamente, levando em conta os estudos médicos, mas, principalmente, os princípios bíblicos.

INTRODUÇÃO: Nunca se falou tanto em depressão, há pessoas com essa doença por toda parte, inclusive dentro de muitas igrejas evangélicas. O desafio para a igreja, dependendo da situação, deve ser o de oferecer um tratamento espiritual adequado às pessoas que passam por esse tipo de enfermidade. Na lição de hoje, estudaremos a respeito dessa doença, e, para esse fim, partiremos da definição bíblica dessa condição, suas causas e conseqüências, e principalmente, o aconselhamento espiritual que conduz à cura.

1. DEPRESSÃO, O QUE É ISSO? A depressão é uma condição existencial que tem afetado milhões de pessoas em todo o mundo, não só descrente, mas, também, muitos cristãos. Aqueles que sofrem de depressão experimentam sentimento intensos de tristeza, ira, desespero, fadiga e uma variedade de outros sintomas. Eles podem se sentir inúteis e mesmo ter tendências suicidas, demonstrando pouco interesse em coisas e pessoas que anteriormente gostavam. A depressão costuma ser desencadeada pelas circunstâncias da vida, tais como: perda de trabalho, morte de um ente querido, situação de divórcio ou problemas psicológicos tais como a baixa estima. A depressão clínica é uma condição física que deve ser diagnosticada por um médico. Em alguns casos, a cura não depende, como se costuma pensar, da vontade própria. Devemos ter cuidado para não associar a depressão com pecado, o que costuma acontecer em muitas igrejas. Essa doença, dependendo do caso, pode ser tratada tanto com medicação quanto por meio de terapia e aconselhamento. Não podemos descartar a possibilidade de uma cura divina, e, quando necessário, atentar para a necessidade de uma intervenção médica (Mt. 9.12).

2. AS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS DA DEPRESSÃO: Conforme apontamos anteriormente, as causas da depressão podem ser as mais diversas, não podemos descartar, inclusive, os casos hereditários. Há pessoas que, ao que tudo indica, têm alguma propensão, vinda dos seus pais, para desenvolver esse tipo doença. Mas, na maioria das vezes, a causa da depressão é cultural, isto é, depende do estilo de vida no qual as pessoas se integram e a que são expostos. Na Bíblia, a partir da experiência de Elias perante Jezabel, é possível identificar, como causas da depressão: a oposição, a frustração, medo e a angústia (I Rs. 19.1-4). Elias, no entanto, não foi o único personagem bíblico a enfrentar a depressão, destacamos, entre outros, Jó (Jó 3.11; 6.11; 17.1), Abraão (Gn. 15), Jonas (Jn. 4), Saul (I Sm. 16.14-23), Davi (Sl. 13.1-3; 56; 57.6,7) e Jeremias (Jr. 9). Quando a depressão chega, costumamos reagir através da fuga, como fez Moisés (Ex. 2.15) e o próprio Elias (I Rs. 19.3). Como a maioria das pessoas que sofrem de depressão, Elias também se escondeu (I Rs. 18.19-40), quis desistir de seus projetos (I Rs. 19.3) e desejou a própria morte (I Rs. 19.4).

3. SUPERANDO A DEPRESSÃO: aconselhamento que damos, a seguir, está baseado na crença de que Deus é capaz de curar todo e qualquer tipo de doença, e como não poderia ser diferente, também a depressão. Reconhecemos, contudo, que nem todas as pessoas são curadas, algumas delas precisarão aprender a conviver com esse problema. Isso, no entanto, não deva servir de desestimulo para que persigam uma intervenção divina. Mas enquanto isso não acontece ou a fim de amenizar a situação, apresentamos algumas recomendações bíblico-teológicas no tratamento da depressão: 1) entregue-se à possibilidade de recuperação total (Sl. 51.10,12); 2) devote-se à oração e à gratidão (Fp. 4.6; Jr. 29.11,13); 3) mesmo que, aparentemente, não haja motivos para tal, dedique louvor e adoração a Deus (Sl. 42.11); 4) invista em seu relacionamento com o Pai Celestial (Mt. 11.28-30); 5) reconheça que você é filho de Deus e alvo de Sua maravilhosa graça e amor (I Jo. 3.1-1; 3.1); 6) entregue o seu corpo, integralmente, a Deus (I Co. 6.19-20); 7) esteja disposto a ter uma renovação de mente (Rm. 12.2; II Co. 10.3-6); confie sua vida a Cristo (Fp. 3.7-9; Mt. 6.33,34); 9) direcione seus cuidados a Deus e deixe que Ele o conduza (Jz. 15.18) e 10) deposite sua esperança e confiança em Deus (Fp. 4.13; Mt. 28.20).

CONCLUSÃO: A depressão, conforme vimos nesta lição, trata-se de uma doença complexa, com múltiplas causas e conseqüências. Por isso, os cristãos precisam ter sabedoria tanto para aconselhar quanto para enfrentá-la. Alguns casos precisam de tratamento clínico, por isso, sejamos cautelosos nos encaminhamentos. Os médicos, dependendo da formação, podem atuar de modo diferenciado na condução do problema. Do ponto de vista bíblico, sabemos que podemos confiar em Deus a fim de que essa doença não seja otimizada pelas circunstâncias sociais, haja vista que o Senhor está no controle de nossas vidas.

BIBLIOGRAFIACARLSON, R. O pastor pentecostal. Rio de Janeiro: CPAD, 1999.COLSON, C. E agora como viveremos. Rio de Janeiro: CPAD, 2002

sábado, 19 de julho de 2008

O medo adâmico - Pr. Esdras Bentho

By Editor Julho 19, 2008
Pr. Esdras Costa Benthohttp://www.teologiaegraca.blogspot.com/

Introdução

O temor de Deus é o único temor que remove todos os outros. Com esta frase, Jay Adams sintetiza a verdade bíblica a respeito do medo [1]. Deus criou o homem perfeito, sem medo e sem culpa. Na criação primitiva do homem, havia completa harmonia entre espírito, alma e corpo. O homem era integral, inteiriço, sem qualquer transtorno espiritual, psíquico, emocional e fisiológico.

‘?lohîm criara o homem refletindo sua imagem e semelhança (Gn 1.27,28). Existia completa harmonia entre a imagem moral e natural. Todavia, essa conformidade entre a natureza moral e natural, entre espírito, alma e corpo, entre o espiritual e o somático foi interrompida pelo pecado.
Primeiro registro bíblico

O primeiro registro bíblico da palavra “medo”, “temor” ou “pavor” acha-se em paralelo ao problema do mal moral, do pecado, da Queda, do pecado original. Diz a Bíblia: E chamou o Senhor Deus a Adão e disse-lhe: Onde estás? E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me. (Gn 3.9,10). O medo, segundo o literato de Gênesis, é produto do pecado, ou melhor, da perda da comunhão com Deus. Não há medo quando o crente está na relação certa com o Criador! Enquanto Adão mantinha-se em harmonia e comunhão com Deus, nada o atemorizava. O medo não existia antes da Queda, mas assumiu o posto da emoção humana quando o homem foi suficientemente corajoso para desobedecer o mandamento divino!

O primeiro medo

O primeiro medo não foi o de pecar, de ouvir a serpente, ou o medo da morte, mas o de ouvir a suave voz de Deus: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me. O pecado afetou tanto a comunhão com Deus, que o homem temera a voz de seu Criador. Quão diferente é o temor de Habacuque: Ouvi, Senhor, a tua palavra e temi (3.1). O temor do profeta o motiva a clamar ainda mais ao Senhor: aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos, no meio dos anos a notifica; na ira lembra-te da misericórdia. Na relação certa com Deus, o temor se torna em oração suplicante e intercessória.

Porém, rompida a comunhão com ‘?lohîm, o medo se torna em desespero e transferência de culpa: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi (Gn 3.12). O medo é desagregador, assim como o pecado. Faz com que o indivíduo desconfie do outro, que lhe é semelhante. Ao contrário do amor que não “suspeita mal … [e] tudo crê” (1 Co 13.4-7), o medo desconfia das pessoas, suspeita mal até das boas ações.

O medo também impede o indivíduo de assumir suas responsabilidades e o seu papel como homem ou mulher. Adão, como cabeça de sua esposa, deveria protegê-la não apenas da tentação, mas também da responsabilidade da culpa. Pelo contrário, transferiu à mulher a responsabilidade da Queda. Nesse momento, Eva, provavelmente, sentiu-se desprotegida; seu marido, com medo das conseqüências do pecado, tenta, inutilmente transferir a culpa para ela. A tensão estava presente. A brisa suave cedera ao rubro das circunstâncias. Antes confiança, agora medo! Outrora afeto, agora desconfiança! O medo presente em todas as emoções humanas. Inutilmente transferiram a culpa à uma. Deus responsabilizou-os individualmente.

O medo adâmico o fez esquecer de suas responsabilidades e missão como chefe de família. Desesperado pela própria segurança, ninguém se preocupa com a do outro. É necessário altruísmo e alteridade para preocupar-se com o outro quando você sente o mesmo perigo. Adão esqueceu-se de sua mulher, quando se viu no mesmo perigo. O medo impede que a pessoa enfrente os seus problemas e as pessoas, pois se trata de uma auto-proteção, capaz de impedir que você se mova em direção ao outro. Já o amor é muito diferente. O amor aproxima você não apenas das pessoas, mas o faz encarar seu próprio problema e medo. Quantas mães, embora frágeis, já enfrentaram terríveis animais para livrar os seus filhos! O medo afugenta, mas o amor encoraja.

Termos Bíblicos

No Antigo Testamento. O primeiro termo para medo em Gênesis 3.10 é y?r?’, cujo significado é “temer”, “ter medo”, “ter grande temor”, mas também “reverenciar”. No original, a palavra é usada, segundo Vine, por volta de 330 vezes [2]. Este vocábulo, o mais comum no Antigo Testamento, é usado em cinco categorias: a) a emoção do medo; b) a previsão intelectual do mal; c) reverência ou respeito; d) comportamento íntegro ou piedade; e) adoração religiosa formal [3].
Um segundo termo em Gêneses 9.2 é chath, usado para descrever o “pavor”, “medo” ou ” o desmaiar de medo”. Neste texto o medo é relacionado a um agente externo que causa pânico e temor. Este vocábulo é usado mais uma vez em Jó 41.33 para descrever que a coragem do leviatã, pois “foi feito para estar sem pavor” (ARC). Nada na terra se compara a coragem do leviatã, pois ao contrário dos outros animais, como ocorre em Gn 9.2, ele não teme o homem. De qualquer forma, apesar de outros vocábulos hebraicos serem usados para descrever a palavra medo, y?r?’ é a mais comum e transmite todo o conceito que o vocábulo possui em língua portuguesa. Um outro termo significativo é môr?’ que aparece em Is 8.12 referindo-se ao medo externo: “não temais o seu temor”, descrevendo um assombro externo.

Em o Novo Testamento. Nas páginas do Novo Testamento o principal termo para medo já é um velho conhecido da língua portuguesa: fobia, de phobos, “terror”, “medo”, “pânico”, “susto”; phoberós, ou seja, “temível”, “assustador”. O uso do termo descreve várias reações da emoção humana, bem como diversas situações que amedrontam o homem, entre elas: o aparecimento de seres celestiais (Lc 1.12; 2.9); os eventos catastróficos futuros (Lc 21.26); o medo mais comum de todos, a morte (Hb 2.15); e até mesmo das autoridades (Rm 13.13).

NOTAS
[1] ADAMS, Jay E. O manual do conselheiro cristão. São Paulo: Editora Fiel, 1982, p. 378.
[2] VINE, W.E. (et al) Dicionário Vine. 7.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2007, p. 301.
[3] HARRIS, R. Laird (et al). Dicionário internacional de teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998, p. 655.

sábado, 12 de julho de 2008

Vencendo a ansiedade - Pr. Adilson Guilhermel

Texto Bíblico: I Pe 5.7 Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.

Biblical text: I Pedro 5.7 throwing on him all your anxiety, because he has been taking care of you.LEARN HOW TO DEPEND ON GOD

APRENDA A VIVER NA DEPENDENCIA DE DEUS

1. ABANDONE AS PREOCUPAÇÕES INDIVIDUAIS
• Não se prenda ao materialismo - Mt 6.25a Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir.• Não se oprima na superfluidade - Mt 6.26b…Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?• Não se retraia na inferioridade - Mt 6.26 Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas?

2. CONTROLE AS INSTABILIDADES EMOCIONAIS
• Evite as precipitações - Mt 6.27 E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura?• Evite as inquietações - Mt 6.28 E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam;• Evite se menosprezar - Mt 6.29 E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles.

3. PERSEVERE NA ESPIRITUALIDADE FERVOROSA
• Confie nos cuidados divinos - Mt 6.30 Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé?• Confie nas promessas divinas - Mt 6.33 Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.• Confie nas realizações divinas - Mt 6.34 Não vos inquieteis, pois, pelo dia amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.
Obs: Os esboços são elaborados pelos textos bíblicos da lição.Pr Adilson Guilhermelhttp://www.pastorguilhermel.com.br/noticia.php?not_cod=16

quarta-feira, 9 de julho de 2008

Mensagens subliminares em Desenhos Animados. Parte II

Em continuação à publicação anterior, percebemos que as mensagens subliminares estão por toda parte, na leitura de um livro, nos entretenimentos, na publicidade. Muitas informações são disseminadas quase que impercebíveis aos nossos sentidos, porém toda a moral da mensagem fica registrada pelo subconsciente daquele que a vê, ouve ou apenas sente. Como ultrapassam o limiar do consciente, mesmo contendo aquilo que repugnamos o nosso cérebro registra e aceita sem nenhuma resistência ou oposição.

Todos somos vítimas, porém, dando ênfase nas que são divulgadas em desenhos animados, quero comentar sobre seus efeitos na formação da criança.

Você pode pensar: meu filho não gosta do YU-GI-OH

Mesmo que a criança não goste de um determinado desenho ela gostará de outro e todos estão propagando as mesmas mensagens que trazem em seu contexto a imoral, o desrespeito, a ganância, a disputa de poder, a vingança, entre outras. Por isso que a palavra de Deus nos adverte: Rom. 12.2 E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
Sabemos que a criança não possui maturidade suficiente para discernir, então é importante atentarmos para o que nossos filhos assistem porque as conseqüências podem ser desastrosas, enquanto criança, depois adolescentes, na fase adulta e por fim na velhice.

A ciência da psicologia explica que, a personalidade começa ao nascer e forma-se através de processo gradual, complexo e único a cada indivíduo e não se forma completamente antes dos 18 anos. Logo, a criança é igual a um papel em branco que vai sendo desenhado, rabiscado, enfeitado e/ou rasgado, destruído...

Pode-se definir também personalidade por um conceito dinâmico que descreve o crescimento e o desenvolvimento de todo sistema psicológico de um indivíduo, outra definição seria: a organização dinâmica interna daqueles sistemas psicológicos do indivíduo que determinam o seu ajuste individual ao ambiente. Mais claramente, pode-se dizer que é a soma total de como o indivíduo interage e reage em relação aos demais.
A personalidade resulta da interação de diversos fatores: hereditariedade, meio social e experiências pessoais.

Mas enquanto criança pode-se observar alguns comportamentos considerados desviantes, tais como: hiperatividade, agressividade, falta de apetite e atenção, etc...

Ainda na fase infantil podem-se reverter algumas situações e ensiná-las conforme os princípios da fé cristã, tais como: a igualdade, a mansidão, humildade...- PV 22:6 Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele.

Saliento que é importante ouvir a criança, observar as brincadeiras (muitas crianças exteriorizam seus sentimentos por meio de brincadeiras) e demonstrar afeto. Quando for disciplinada ela deverá saber o porquê, sem instigar a revolta, a ira EF 6:4 E vós, pais, não provoqueis à ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e admoestação do Senhor.

Mas não é obrigando-as a seguir sua crença e sim despertando nelas a vontade de conhecer. Muitos profissionais da saúde mental atestam que a religião é uma das principais causas de distúrbios, porque os pais, quando deveriam ensinar, começam a culpá-las por ações inadequadas, dizendo as famosas frases que induzem a baixa estima, a timidez, o medo de errar, de falar (CL 3:21 Vós, pais, não irriteis a vossos filhos, para que não percam o ânimo) ou o inverso a revolta, a ira, a blasfêmia e algumas quando chegam à adolescência vêem os pais como inimigos.

Muitas crianças são encaminhadas ao psicólogo e outras ao psiquiatra quando poderiam brincar. São crianças que tiveram uma influência negativa dos pais. Pais omissos, mães ausentes e ambos sem estrutura emocional, social e psicológica para educá-los, afinal é o fruto do que receberam. Então, as informações que receberam foram de serem super-heróis, de mentir para conseguir o que deseja, a sexualidade é despertada precocemente...
EF 6:1-3 VÓS, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; Para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra.

Veja o exemplo: Desenho Animado Bernardo e Bianca



(clique em cima para ampliar a imagem)

Nestes dois quadros, podemos observar uma mensagem subliminar. Foi inserida em uma das janelas a figura de uma mulher seminua que não é percebida durante a transmissão normal do filme devido à velocidade do vídeo. Estima-se que os vídeos são divididos em quadros e que em segundos 30 são divulgados.

É importante entendermos o poder da fé, a verdadeira palavra de Deus que admoesta, exorta, mas não destrói, antes educa, conforta e liberta de todos os males que acometem nossa alma.

A modernidade suscitou algumas doenças e as fez famosas, mas elas existem há séculos e a raiz é a mesma. Hoje com algumas variações!

Então até a próxima publicação!

Graça e Paz.

Melissa Leal dos Santos.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

As doenças do nosso século - Pb. José Roberto

Pb. José Robertohttp://subsidioebd.blogspot.com/

Objetivo: Mostrar que o tempo presente está marcado pela descrença e impiedade. E que, diante dessa realidade, o cristão precisa apegar-se firmemente aos princípios da Palavra de Deus.INTRODUÇÃOEstamos iniciando mais um trimestre, e com ele, uma série de expectativas em relação à nova revista. O comentarista nos brinda com uma série de estudos bastante atuais que visam diagnosticar e sanar males psicofísicos da modernidade a partir de uma abordagem espiritual. Nesta primeira lição, mostraremos como o nosso século tem sido solapado pelas forças que se opõem ao homem. Em seguida, destacaremos o aspecto psicossomático das doenças. E por último, destacaremos algumas dessas doenças, que, na verdade, não têm de modernas.1. O ESPÍRITO DA MODERNIDADEA modernidade é resultante do avanço científico, da crença racional de que os homens podem resolver seus problemas por conta própria, sem a ajuda de qualquer força espiritual. Paulo antecipa a situações na qual estamos vivendo atualmente em sua II Epístola ao jovem pastor Timóteo (II Tm. 3.1-19). Dizem alguns filósofos que Deus morreu, e, por conseguinte, nada mais há para esperar. Diante dessa realidade, cabe aos homens, ou melhor, aos “super-homens”, encontrarem a solução para os problemas existenciais. Em oposição a essa defesa, testemunhamos uma série de males que não temos sido capazes de resolver. As últimas guerras mundiais revelaram a ineficácia humana na condução dos ditames do seu destino. O resultado dessa frustração é o acúmulo de doenças, de males, tanto individuais quanto sociais, que se alastram por toda parte. Prometeram que teríamos dias melhores, riqueza e conhecimento, mas ao invés disso, nos legaram a ansiedade, o medo, a depressão, o consumismo, a ambição, as guerras e os vícios.

2. A PSICOSSOMATIZAÇÃO DA DOENÇAS
As doenças humanas, na esfera do corpo, da alma e do espírito, não podem ser desassociadas. Devemos lembrar, o que fora esquecido pela modernidade, que o homem é um ser físico-espiritual (I Ts. 5.23; Hb. 4.12). É preciso nos conscientizar-nos da realidade psíquica (mental), somática (física) e espiritual (pneumática) do ser humano. Fora dessa integralidade, o ser humano está fadado à fragmentação, a não encontrar sua verdadeira identidade, a não saber quem é, e muito menos, para onde vai. Somos bombardeados, todos os dias, por muitos discursos, e, a maioria deles, não tem qualquer relação com a revelação da identidade que Deus apresentou para cada um de nós. Ficamos ansiosos por qualquer coisa, assustados e em pânico, sem coragem mesmo de sair de casa. Esses transtornos nos levam ao adoecimento, as úlceras decorrentes das preocupações é um bom exemplo dessa realidade. A menos que descubramos o centro divino no qual devamos permanecer, ou para ser mais preciso, a não ser que estejamos em Cristo, vivendo a vida que Ele nos ensinou a viver, em contato contínuo com Aquele que nos criou e conhece nossas necessidades, as conseqüências, como já temos testemunhado, serão desastrosas.

3. DOENÇAS ANTIGAS E MODERNAS:
A causa das doenças, como bem sabemos, é o distanciamento do homem de seu Criador. Não estamos nos referindo, especificamente, aos pecados individuais, mas à condição pecaminosa, que recebemos dos nossos pais. Talvez, por isso, seja possível dizer que o germe que causa todas essas doenças que vemos neste século, não é tão recente assim. O problema atual é que resolvemos “colocar esparadrapos” nessa ferida que, em face de sua gravidade, carece de uma tratamento mais sério. O homem moderno resolveu dar evasão à natureza carnal, a viver a vida sem qualquer temor a Deus. Como resultado dessa opção, temos: 1) as doenças da área intrapessoal: orgulho (Sl. 4.2; 94.11; 144.4; Jr. 2.5; Ec. 1.2; Mt. 23.2-7; Ef. 4.17-19; Pv. 11.2; 16.18; 21.4), egoísmo e avareza (II Tm. 3.2; Pv. 21.6; I Tm. 6.1; Lc. 12.15-21; Hb. 13.5) e incontinência e desejos desenfreados (Rm. 1.23-32); 2) as doenças da área social: desobediência aos pais e ingratidão (Ex. 20.12; Rm. 1.30; I Tm. 1.9), desamor e crueldade (Ef. 6.1-4; Ex. 1.22; II Rs. 25.7; Pv. 12.10; Nm. 22.27; Gn. 6.5,11), dureza de coração e calúnia (Mt. 5.9,21-26; 11.29; Mc. 11.25; Tt. 2.3; Pv. 16.28), traição e hipocrisia (Is. 32.6; Lc. 12.1; I Tm. 4.2; Mt. 26.47-50; Jo 12.2-6; Mt. 7.15), aversão ao bem (Pv. 28.5; II Tm. 3.13) e abuso de poder (Ez. 28.5-8; Jó 19.10,11; At. 12.20-23; II Cr. 26.18-21; Rm. 12.8; I Tm. 5.17); e 3) na área religiosa: blasfêmia e irreverência (Lv. 24.16; Mt. 12.22-32; 15.19; Mc. 3.28,29), apego aos prazeres mundanos (Lc. 12.19; I Co. 6.20).

CONCLUSÃO: A sociedade moderna está doente, e o pior, não sabe como encontrar o remédio para as suas enfermidades. Enquanto o homem não se dobrar perante a verdade divina, continuará à esmo, perdido em seus próprios caminhos. Diante dessa situação, nos levantamos como voz profética para essa geração, proclamando que Jesus é Aquele que nos supre, que sara os males físicos, mentais e espirituais. Por meio dEle, nEle e com Ele, podemos encontrar nosso verdadeiro “eu”, descobrir nossa genuína identidade, e assim, a cura para os males existenciais tão comuns na modernidade.